Com amplo domínio no garrafão (19-7 nos rebotes ofensivos), o Brasil parecia ter encontrado em Érika a jogadora para decidir o jogo, porém, insistiu em arremessar bolas forçadas (eu sei, às vezes, elas estavam livres) de 3 pontos (3/21) e jogou a 1ª partida do Mundial no ralo em uma bola desperdiçada pela Adrianinha faltando 10 segundos para acabar o jogo.
O que mais me impressionou foi a falta de inteligência tática do time que sabia muito bem que o garrafão estava sendo dominado pela Érika que até terminou como cestinha (15 pontos) e maior reboteira (12), mas insistia veementemente em arremessar de fora. Em alguns momentos, eu percebi que as coreanas nem marcavam o arremesso e sim buscavam se posicionar para o rebote, tentando marcar a nossa pivô.
Como disse, uma estréia abaixo da crítica, acho que nuvens negras se aproximam....
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